Sou capaz de mencionar os meus defeitos muito rapidamente e sem nenhum engano, mas o pior de todos é o orgulho que tenho em mim, por vezes lamento ser tão orgulhosa porque chego a magoar as pessoas que me "atacam", talvez por isso o rapazinho do 8º ano me chamasse leoa, geralmente reajo mal a qualquer tipo de insinuação, acho que tenho por habito de levar a vida como um jogo, e se há coisa verdadeira é que eu não tenho por hábito arrepender-me do que faço, fiz porque no momento achei que era o melhor então não tenho que me culpabilizar.
Odeio "vitimas", sinceramente creio que com a minha idade pouca gente já viveu o que eu vivi e que tivesse a coragem de enfrentar o que enfrentei.
Pode soar mal, mas quando estou triste gosto de me isolar porque para mim não há melhores conselhos que os meus, eu sou verdadeira comigo e conheço-me bem, há quase dois anos que perdi a pessoa que mais amava e admirava, a minha avó, foi ela que me criou e quando estou triste gosto de ir visita-la porque fico melhor é como se falasse com ela, como se estivéssemos novamente juntas, como se tal nunca tivesse existido.
Segundo a minha psicóloga tenho grande capacidade de perdoar, de ultrapassar as fases difíceis, tenho um raciocínio lógico bastante rápido e um conhecimento geral acima, segundo ela também não sou tímida mas pelo contrario sou extrovertida, com muita facilidade de comunicação e devia deixar-me levar mais pelas emoções. Na minha opinião ela não sabe o que diz, sou tímida como tudo, sou teimosa, e quase sempre os meus receios são verdadeiros, para ela a minha fobia a borboletas é apenas porque sim, para mim não eu penso que deverá ser resultante de alguma situação traumática, irritam-me, assustam-me mas concordo quando ela diz que tenho facilidade em comunicar por acaso se tiver de ser é e ponto final.
Pensava que era uma pessoa distante, fria, vingativa, calculista, estratega, e é melhor parar por aqui antes que saibam demasiado do meu lado mais "escuro" como lhe chamo ou a "face oculta" à maneira de Rui Veloso, penso que a letra é de Carlos Tê, mas nas aulas de português apercebi-me que tenho um lado querido, doce, profundamente irritante de tão fofo que é; acho que só me apercebi disso com o romantismo...
Gosto de ... não interessa porque não gosto muito que as pessoas saibam mais do que o necessário sobre mim. Como "cartão" de apresentação (se assim se pode chamar) gosto que saibam que sou extremista ou seja posso ser a melhor amiga de todos, e fazer de tudo para ajudar essas pessoas ou a pior inimiga de sempre e nesses casos sou como uma viúva negra com algumas variantes, aproveito o que quero e deito fora sem antes me ter certificado que fiz uma boa teia.
Já aprendi um bocado de grego para ajudar 1 amigo meu, já aprendi algo em matemática que não me lembro o que é, só sei que aprendi para conseguir explicar para que não tivessem negativa nos testes, sou estranha mas gosto de o ser (cá está o orgulho) mas acho que gosto demasiado de mim tanto como dos meus melhores amigos aqueles que são mesmo, não os que se diz porque convêm ou por agradecimento.
Odeio falsidade e abomino pessoas que não saibam opinar e sejam conformistas. Mas pior do que isto são as pessoas que tem a mania que sabem e que tiram grandes notas porque sabem, é estúpido, as notas não classificam as pessoas de inteligentes ou não, apenas reflectem se a pessoa "marrou" ou não, se "queimou" ou não as pestanas e eu não sou desse tipo, sou lógica não sou de "empinar" as matérias ou os temas simplesmente não resulta a minha memória é muito pequena não armazena tudo e muito menos numa área que nem sequer tem muito haver comigo, sim porque eu queria letras, humanidades ou artes, excluí a última porque a minha professora de E.V. me chamava Picasso, conseguia criar ilusões de óptica sem querer e 1 objecto desenhava-o de todas as perspectivas que existissem. Letras não estão a ter grande saída e as humanidades também não, gostava de ser arquitecta, advogada ou juíza, por fim decidi-me e quero criminologia, estudar comportamentos humanos, victimologia, traumatologia tudo isso.
"Sei que um dia vou ser grande, posso não ficar na história e ser estudada por todos como sempre quis mas farei parte da história de alguém" (deve ser das coisas que escrevi mais bonitas).
"Sê como uma fonte que transborda sabedoria e não das que contêm sempre a mesma água"
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Health Ledger
sábado, 3 de janeiro de 2009
Programas...

Hoje acordei bastante cedo eram 5.30, liguei a televisão e fiquei a ver 1 filme onde não só me ria como chorava de tanto rir. O filme tratava de 4 malucos "à solta" em New York, não só não os achei malucos mas como as pessoas mais divertidas que se poderia encontrar na rua; o filme acaba e decido mudar para a SIC, que àquelas horas só podia estar a dar desenhos animados (que eu por acaso gosto bastante, mas só de alguns) e estáva a dar Yu-Gi-Oh , que lido de uma outra forma pode suscitar outras ideias, pensava eu que já não me ia rir mais àquelas bonitas horas, quando dou por mim a ver Power Rangers, onde constatei já não serem nada igual ao que era quando tinha menos 10 anos, ou pelo menos que me lembre.
Existem na mesma os rangers e os inimigos, e a meio de uma luta entre o Power Ranger Vermelho e a mulher lagarta surge a frase vinda da última: " E eu que pensava que o vermelho era o mais rijo", como não esperava esta frase voltei a rir-me e a pensar que poderá ser uma medida para cortarem algumas partes "violentas" para as crianças, lembrei-me que quando tinha 6 anos decorava algumas daquelas frases para brincar aos Power Rangers, ora se à 10 anos tivesse dito aquilo e um adulto estivesse presente só haveria 3 soluções possíveis: a) ria-se e deixava-me continuar a brincar; b) dava-me um raspanete e proibia-me de dizer aquela frase; c) explicava-me que não ficava muito bem dizer aquela frase e para a tentar evitar dizer, principalmente no meio dos adultos. Mas agora é que veio a grande medida preventiva contra a violência, os inimigos agora saltam como pulgas, mas sempre no mesmo sítio, ora concluí que gostava mais dos antigos inimigos, pois se eu fosse uma Ranger não lutaria ria-me era até me doer a barriga de tanto rir, o que poderá ser uma boa forma para o inimigo vencer.
Eu queria era dizer que já não há inimigos como os do Sangoku, no Dragon Ball ou os das Sailor Moon, apenas as tais criaturas estranhas e saltitonas.
Eu queria era dizer que já não há inimigos como os do Sangoku, no Dragon Ball ou os das Sailor Moon, apenas as tais criaturas estranhas e saltitonas.
Programa seguinte: "Lucy", pelo que ouvi dizer é a relação perfeita entre crianças e pais, especialmente homens, devido à roupa, ou falta dela na apresentadora. Comparei o programa de hoje com os primeiros e a SIC fez uma grande mudança à apresentadora, talvez pelas cartas que recebiam a reclamar a pouca roupa da "Lucy", não sendo educativo para as jovens crianças, porque depois as crianças (especialmente raparigas) querem-se vestir assim, ou bolas como aquelas e os rapazes querem bonecas daquelas, no meu tempo era mais os rapazes queriam bolas de futebol e as raparigas bonecas (apesar de eu nunca ter gostado muito das bonecas, apenas de as destruir).
Me, myself and I
Penso que nunca se deverá começar um blog sem uma prévia apresentação, assim como também penso que as frases começadas com "penso" podem gerar problemas.
Antes de mais eu não me chamo, costumam é chamar-me e segundo o bilhete de identidade e o registo civil sou Mariana. Nasci no maravilhoso ano de 1992, no dia 3 de Fevereiro onde curiosamente começa o ano do povo Chinês, portanto não me posso definir como totalmente macaca ou totalmente cabra (nos signos), considero-me uma mistura de ambos. No Zodíaco "normal" sou aquário e concordo quando dizem que os aquarianos são incompreendidos por terem ideias incomuns mas com grandes ideais.
Eu também poderia desenvolver de onde vem o meu nome, curiosidades sobre ele ou simplesmente parar de escrever para que rapidamente o primeiro "post" seja uma completa "seca". Vou tentar resumir-me em poucas frases, mas não prometo, ora vejamos sou orgulhosa, teimosa, brincalhona, adoro escrever, o basquetebol, o ténis e a natação são 3 paixões, e a música "completa-me", não vivo para a música mas a música ajuda a definir o meu estado de espírito diário.
Adoro os anos 80 e 90, gosto de ser diferente, e gosto de expressar a minha opinião em tudo mesmo que não ma peçam. Algumas pessoas consideram-me estranha, mas eu considero-me incomum, sempre que posso gosto de tirar fotografias a árvores, ao céu, ao mar e a tudo o que me rodeia, portanto se tentarem pegar no meu telemóvel é provável que vejam mais fotografias de "algo" que não eu. Não sou muito vaidosa e não gosto muito de pessoas extremamente convencidas. As piadas fazem parte do meu quotidiano, adoro viajar e estar com os meus amigos, não sei se vai soar bem mas além de sincera, não gosto nada de monotonia nem de pessoas que não se saibam rir delas próprias, essas é que são "estranhas" e eu selecciono muito as pessoas com quem me dou, portanto é bem provável que na maioria as conversas com a maioria das pessoas seja um simples olá ou um bom dia ou mesmo nada.
Acho que já estou bem apresentada, por isso este "post" termina aqui, ...
Antes de mais eu não me chamo, costumam é chamar-me e segundo o bilhete de identidade e o registo civil sou Mariana. Nasci no maravilhoso ano de 1992, no dia 3 de Fevereiro onde curiosamente começa o ano do povo Chinês, portanto não me posso definir como totalmente macaca ou totalmente cabra (nos signos), considero-me uma mistura de ambos. No Zodíaco "normal" sou aquário e concordo quando dizem que os aquarianos são incompreendidos por terem ideias incomuns mas com grandes ideais.
Eu também poderia desenvolver de onde vem o meu nome, curiosidades sobre ele ou simplesmente parar de escrever para que rapidamente o primeiro "post" seja uma completa "seca". Vou tentar resumir-me em poucas frases, mas não prometo, ora vejamos sou orgulhosa, teimosa, brincalhona, adoro escrever, o basquetebol, o ténis e a natação são 3 paixões, e a música "completa-me", não vivo para a música mas a música ajuda a definir o meu estado de espírito diário.
Adoro os anos 80 e 90, gosto de ser diferente, e gosto de expressar a minha opinião em tudo mesmo que não ma peçam. Algumas pessoas consideram-me estranha, mas eu considero-me incomum, sempre que posso gosto de tirar fotografias a árvores, ao céu, ao mar e a tudo o que me rodeia, portanto se tentarem pegar no meu telemóvel é provável que vejam mais fotografias de "algo" que não eu. Não sou muito vaidosa e não gosto muito de pessoas extremamente convencidas. As piadas fazem parte do meu quotidiano, adoro viajar e estar com os meus amigos, não sei se vai soar bem mas além de sincera, não gosto nada de monotonia nem de pessoas que não se saibam rir delas próprias, essas é que são "estranhas" e eu selecciono muito as pessoas com quem me dou, portanto é bem provável que na maioria as conversas com a maioria das pessoas seja um simples olá ou um bom dia ou mesmo nada.
Acho que já estou bem apresentada, por isso este "post" termina aqui, ...
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